Edite sua vida e seja mais feliz com menos
Li um artigo na revista Vida Simples intitulado “Sua vida editada”. O artigo contava a história de um Designer, Graham Hiil,
que resolveu editar a própria vida reduzindo o que ele tinha. Menos
coisas equivaliam a menos preocupação e mais felicidade. Assim, ele
mudou de uma casa grande para uma menor, se desfez-se de coisas que não
usava e que não eram tão necessárias quanto ele imaginava.
Isso me deu uma ideia. Por que não tentar fazer isso com a minha vida para ver se funciona. Comecei a doar algumas coisas que estavam empoeiradas no meu quarto. O próximo passo é doar outras coisas que eu não uso mesmo que estejam novas, pois quero deixa-lo apenas com coisas que são necessárias e que eu realmente use.
Cheguei a uma conclusão em relação a ter coisas, consumir compulsivamente produtos de tecnológicos, ter carros caros e uma casa grande. Quanto mais coisas nós temos, mais responsabilidade e menos liberdade possuímos. Se você possui um carro caro com certeza ele precisará ter um seguro que não será barato, irá consumir mais combustível, precisará de manutenção etc. E é só o começo, pois, caso aconteça uma simples batida, já imagina a dor de cabeça que isso poderá lhe causar.
Um carro pode sim lhe trazer conforto e segurança no trânsito, mas será que é mesmo necessário às pessoas comprarem carros tão caros? Possuir coisas não é bem o problema, o problema é quando nós colocamos nelas a nossa felicidade. Estamos acostumados a colocar nossa felicidade em bases instáveis e, por isso, sofremos. Esse é apenas um exemplo de algo que também funciona com outras coisas, como roupas, computadores, sapatos e pessoas.
Graham criou inclusive um site chamado Life Edited, e também encontrei um vídeo muito legal dele no TED ( Graham Hill: Menos coisas, mais felicidade ), argumentando e defendendo suas ideias
Menos desejo e apego pelas coisas, pessoas, objetos significa mais felicidade e menos sofrimento para nós. O Lama tibetano, S.Emª. Chagdud Tulku Rinpoche, escreveu em seu livro “Portões da prática budista”:
Então, convido você para refletir sobre esse tema. Veja se você possui as coisas ou se as coisas te possuem.
Isso me deu uma ideia. Por que não tentar fazer isso com a minha vida para ver se funciona. Comecei a doar algumas coisas que estavam empoeiradas no meu quarto. O próximo passo é doar outras coisas que eu não uso mesmo que estejam novas, pois quero deixa-lo apenas com coisas que são necessárias e que eu realmente use.
Cheguei a uma conclusão em relação a ter coisas, consumir compulsivamente produtos de tecnológicos, ter carros caros e uma casa grande. Quanto mais coisas nós temos, mais responsabilidade e menos liberdade possuímos. Se você possui um carro caro com certeza ele precisará ter um seguro que não será barato, irá consumir mais combustível, precisará de manutenção etc. E é só o começo, pois, caso aconteça uma simples batida, já imagina a dor de cabeça que isso poderá lhe causar.
Um carro pode sim lhe trazer conforto e segurança no trânsito, mas será que é mesmo necessário às pessoas comprarem carros tão caros? Possuir coisas não é bem o problema, o problema é quando nós colocamos nelas a nossa felicidade. Estamos acostumados a colocar nossa felicidade em bases instáveis e, por isso, sofremos. Esse é apenas um exemplo de algo que também funciona com outras coisas, como roupas, computadores, sapatos e pessoas.
Graham criou inclusive um site chamado Life Edited, e também encontrei um vídeo muito legal dele no TED ( Graham Hill: Menos coisas, mais felicidade ), argumentando e defendendo suas ideias
Menos desejo e apego pelas coisas, pessoas, objetos significa mais felicidade e menos sofrimento para nós. O Lama tibetano, S.Emª. Chagdud Tulku Rinpoche, escreveu em seu livro “Portões da prática budista”:
“Se gostamos de alguma coisa, se a queremos e não podemos tê-la, nós sofremos. Se a queremos, a obtemos e depois a perdemos, nós sofremos. Se não a queremos, mas não conseguimos mantê-las afastadas, novamente sofremos.”É esse exercício diário que tento fazer, não desejar ou me apegar às coisas e principalmente. Mas não somente isso, conseguir viver todas as experiências quando quiser sem se prender a elas, ser livre para fazer algo sem ficar dependente. Podemos usar todas as experiências como caminho para a prática da lucidez, superando nossos próprios obstáculos e ajudando os outros a superarem os deles.
Chagdud Tulku Rinpoche
Então, convido você para refletir sobre esse tema. Veja se você possui as coisas ou se as coisas te possuem.
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