DIOGOBLOG

Fuja do óbvio.

28.12.08

Jorge Luis Borges

“Tu és nuvem, és mar, esquecimento; e és também o que perdestes em um momento. Somos todos os que partiram. O reflexo de nosso rosto no espelho muda a cada instante e cada dia tem o seu próprio labirinto. A nuvem que se desfaz no poente é nossa imagem; incessantemente, uma rosa se converte em outra rosa”.

19.12.08

Brincar no papel - Maria José Rodrigues de Souza

Fazendo versos,
Componho poesias.
Com o coração meço
Estrofes, melodias.

Quando penso acabar,
Nem comecei.
Vou me inspirando...
Quando vejo, rimei.

As palavras parecem
Que saem do vazio.
Enchem o papel
Como se fosse um rio.

Sinto no ar
Gosto de mel.
A poesia me faz
Tocar bem alto, no céu.

A imaginação é leve,
Sinto que flutua.
A inspiração vem
Deus dá, é sua.

O poema retorna
De onde ele vem.
Sai de um coração
Para o de outro alguém.

15.12.08

Da força

Palavras de Mahatma Gandhi:

“Quando um homem se submete a outro, através do medo, não está seguindo sua natureza; apenas aceita a lei que lhe é imposta através da força. Quem aceita o castigo injusto, quem se submete à força bruta do outro, ainda não alcançou o autoconhecimento”.

“O perdão é a virtude dos bravos. Aquele que é forte o bastante para vingar um erro, também sabe perdoar no momento exato - e consegue reprimir seu desejo de vingança. Evidente que não se pode esperar que o rato perdoe o gato - mas não somos ratos”.

“A força bruta sempre será derrotada no final. Já vi fracos enfrentarem os mais fortes apenas com o poder do espírito, que vence em todas as circunstâncias”.

“No dia que renunciarmos ao medo da força bruta, aceitaremos nossa própria força espiritual”.